João Paulo Baptista
Representante comercial de embalagens de polipropileno. Escrevo aqui sobre o que aparece na cotação: especificação, gramatura, acabamento e os erros que custam caro na linha de envase.
- Atuação
- Representação comercial
- Empresa
- PacBem, desde 2003
- Base
- Santana de Parnaíba/SP
- Cobertura
- Todo o Brasil
Trabalho com embalagem de polipropileno — sacos de ráfia, big bag e tecido em bobina — no modelo de representação comercial. Na prática isso quer dizer que a PacBem não fabrica, não mantém estoque e não revende: a venda é feita e faturada diretamente pela fábrica, a preço de fábrica e sem margem de revenda no caminho.
O que eu faço é a parte que costuma decidir se a embalagem vai funcionar. Traduzir a aplicação — produto, densidade, forma de envase, empilhamento, tempo de estocagem — em gramatura, acabamento e tipo de boca. Negociar a condição comercial. E acompanhar o pedido da cotação à entrega, com um interlocutor só, em vez de um número de protocolo.
A operação existe desde 2003 e atende indústria, agronegócio, construção, mineração e distribuição em todo o país.
Por que escrevo aqui. Boa parte do erro de especificação que aparece na cotação vem de informação que não existe em português na internet, ou existe errada. Cada texto do blog sai da mesma base técnica que uso para especificar um pedido — e o que não está confirmado com a fábrica aparece como "sob consulta", não como número inventado.
O que eu especifico
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Sacos de ráfia
Convencional e laminado, boca aberta, valvulado, sanfonado e com alça. Impressão em até 4 cores.
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Big bag
Seis configurações de boca e fundo, tecido de 160 a 220 g/m², liner interno quando a carga exige barreira.
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Tecido em bobina
Tubular e plano, convencional e laminado, para quem confecciona a própria embalagem.
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Tem uma especificação em aberto?
Me diga o produto, o peso por embalagem e como é o envase. A indicação técnica vem junto da proposta.